DE VOLTA PRO MEU ACONCHEGO

Olha aí eu e meu amigo Mate. Ele me escolheu para ser melhor amiga. E mostra para você, Bloguinho, que eu já emagreci bastante!
Cheguei de volta em casa hoje. Viajei no dia 3 de janeiro para Orlando, voltei dia 17 e, no dia seguinte, fui para Natal. Complicado controlar alimentação e exercícios com tanta viagem.
Mas consegui, até certo ponto. Em Orlando, não preciso me preocupar com exercícios. A gente anda praticamente o dia todo. Basta apertar o passo um pouco e, pronto, exercício feito. Já em Natal… Tomei a decisão de relaxar. Mesmo assim, me exercitava todos os dias na piscina do hotel.
A alimentação foi mais complicada em Natal. Muita coisa calórica. Mas me saí bem. Voltei do mesmo tamanho que fui.
Não sei, Bloguinho, se você lembra que no ano passado prometi que ia começar te contar as frutas que comeria, depois que passasse toda a confusão de cirurgia, festas de fim de ano e férias. Pois é, eu não esqueci, e começo amanhã a tratar disso. Preciso da sua ajuda. Será que vou conseguir aprender a comer frutas todos os dias?

TÁ SAMBANDO

Já comentei várias vezes sobre roupas apertadas. É triste quando a gente vai engordando e elas vão encolhendo. Não sei, basta comer um monte de doce e a roupa encolhe, mesmo se ficar apenas pendurada no cabide. Acho que é por raiva que elas encolhem.
Ah, mas quando a gente se comporta na alimentação e no exercício, aí vem o clímax, sobre o qual nunca falei: roupa larga!
No meu caso, a roupa cresce primeiro nas coxas. Eu toda hora ponho a mão no tecido extra, apalpo. Parece que é para ter certeza de que a roupa cresceu mesmo, que eu não estou sonhando.
E quando é nos braços! Uma blusa que não abotoava e volta a abotoar… coisa deliciosa, parece mentira.
Quer ver uma pessoa feliz, é uma gordinha em processo de emagrecimento levar uma calça para apertar. Aí a costureira examina, examina, e diz, com ar muito contrito:
– Não dá para ajustar. Está larga demais.
A quase ex-gordinha fica sem a calça, mais sai de lá voando de alegria.
Não cheguei a levar à costureira, mas perdi uma calça assim. Calça bonita, comprei na GAP, no fim do ano passado. Não vou contar o número. Segundo Sílvia, minha psicóloga, colocar meu peso ali em cima já é um avanço muito grande. Revelar o número da roupa ainda não consigo.
Bem, estou felicíssima, porque a calça não serve mais, não dá para apertar aquele tanto. Que delícia que é uma roupa sambando no corpo. Na verdade, nem sei onde anda essa calçona. Enfiei em algum lugar. Não quero me encontrar nunca mais com ela.
E tem outras, mais recentes, que também já estão começando a sambar. Acho que o carnaval do ano que vem já começou aqui em casa. Tá tudo sambando.
Ainda falta muitas roupas sambarem na cintura. Elas que me aguardem.
Ah! tirei os últimos três pontos. Fiquei livre de uma das gazes. IUPIIIIII!!!!!!!