7.9 – MÁQUINA DO TEMPO

Nem todo o dia foi uma máquina do tempo, só o final. Mas ele começou com a aquisição de duas máquinas de marcar o tempo. Uma para mim (que resolvi dar para a Dani caso ela queira) e outra para o Sérgio.
Não começou com a compra, na verdade. Começou com o almoço. Saí do hotel às 11:30 e, como ontem só fui almoçar lá pelas 3 da tarde, resolvi comer direito. Uma das coisas de que gosto em NY é o monte de restaurantes com comida natural e gostosa. Self-service, a quilo (não, a pounds). Na esquina do hotel tem dois. Eu gostei mais do PAX. Comi cogumelo gigante, arroz integral com amêndoas, passas, feijão verde (verde mesmo, não como o nosso) e outras coisitas mais, camarão, aspargo, vagem. Tudo muito gostoso. Depois, de barriguinha bem cheinha, parti para a ação.
Nosso hotel fica muito bem localizado, bem no local onde a Broadway corta a 6a. Avenida (Av. das Américas). Essa “encruzilhada” meio torta (a Broadway é a única rua diagonal em Manhattan), cria uma  praça, cheia de mesinhas e cadeiras. Mais um local interessante para se relaxar no meio da imensa metrópole. Não foi bem isso que eu fiz, porém. Em volta da praça há lojas como Macy’s, Victoria’s Secret (ai, ai), Sunglass Hut e outras mais. Nem sei quanto tempo passei dentro da Macy’s. Comprei os produtos da Mac que queria e andei de um lado para o outro, a meu bel-prazer. Fui à VS (mas só porque mamãe tinha me encomendado dois batons. Não sei porque raios saí de lá com um monte de coisas.). E entrei em muitas outras lojas por ali.
Mas, no final do dia, eu tinha um encontro com o passado: assistir Mary Poppins na Broadway. Flávia e Daniela eram simplesmente apaixonadas pelo filme. Quando eram pequenas, em um final de semana a gente alugava Dumbo, que elas viam, rebobinavam e viam de novo inúmeras vezes. Na sexta-feira seguinte o processo se repetia com Mary Poppins.
Evidente que o show foi lindo. Ela voou e tudo. O Bert subiu pela parede. Ela tirou da bolsa o porta-casacos, o espelho, a planta e tudo mais. Cantaram “Just a Spoon Full of Sugar”, “Supercalifragilisticexpialidoucious” (sei lá se é assim que escreve, mas não importa).
Assistir esse show me fez lembrar de tantas coisas boas que temos vivido! Quantos presentes Deus tem nos dado durante todos esses anos! Quantas lutas, quantas dificuldades superadas!
Temos sido muito felizes, a despeito de qualquer circunstância. Minha máquina do tempo não me faz querer voltar para aquele tempo, ela me faz apreciar o que aconteceu de lá até agora, ser grata, e pensar:
“O que será de bom que espera por mim no futuro?”. Com certeza haverá tristezas, mas, também, com certeza, muitas e muitas coisas MUITO boas.
Taí, gostei da máquina do tempo.
Para fechar o dia com chave de ouro, jantar no Olive Garden. Pena que meus pais não foram…

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