SOBRINHOS – LELECO
Isso mesmo. Acabou a brincadeira. Já se passaram quase duas semanas da cirurgia, estou super bem, retomo hoje a vida séria.
Não sei qual é o meu peso hoje. Esqueci de pisar na Cicinha de manhã. Vou ver se lembro amanhã.
O caso é o seguinte: meu esquema está furado (ai, ai, ai). Eu sempre vou ao banheiro na hora em que me levanto, troco a roupa. Nesse momento, me peso. Como não tenho trocado a roupa, sempre fico com o pijama mesmo, por causa de abotoar na frente, acabo esquecendo de me pesar. Mas vou me esforçar para trazer o numerozinho sofrido amanhã.
Estou super contente com o resultado das duas cirurgias. A do rosto quase nem dá para ver a cicatriz. A dos seios foi mais complicadinha, e ainda incomoda um pouquinho, mas muito pouco quando comparado ao bem que me fez.
É como se eu andasse com dois saquinhos pendurados no pescoço e, de repente, alguém os colasse no lugar certo. Vamos imaginar de outra forma. Pegue duas sacolas de supermercado. Coloque pouca mercadoria em cada uma, amarre as duas e pendure no pescoço (as sacolas para a frente, claro). De repente, alguém muito caridoso vem, pega as compras e coloca em sacolinhas menores, tira o nó de trás do pescoço e prende no peito. Imagina o alívio! Nada pendurado! Tudo grudado! Coladinho no lugar certo!
Toda mulher deveria ter o direito de fazer isso. Acho que vou sugerir uma emenda constitucional neste sentido.
Experiências de uma vovó.
Segredos que poucos revelam sobre a vida de quem sofre de depressão.
Como eu vejo as coisas que acontecem por aí.
É a vida...
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Welcome
As maravilhas do mundo estão ao nosso redor, são coisas simples, mas que enriquecem a vida. As montanhas, os vales as campinas, os lagos, rios e mares, o verão, o inverno, o outono e a primavera, a terra, o céu, cada qual enriquece e colore o nosso dia a dia de forma singular. Esses locais, estações, momentos, são retrados de várias formas, em uma poesia ou em uma musica, através de uma linda pintura, um filme, uma foto, ou simplesmente pelo olhar de cada um. Neste espaço ao qual intitulei “OLHOS QUE ESCREVEM”, tento exprimir um pouquinho do que sinto ao olhar para a natureza. Como não sou escritor, tento mostrar a poesia da natureza através de fotos muito simples, mas com enorme sentimento. Não sou e nem tenho a pretensão de ser um fotógrafo, sou apenas um admirador daquilo que está ao meu redor, tento mostrar através de uma lente, o que os meus olhos transmitem ao meu coração. Sejam muito bem vindos, e espero que sintam o mesmo prazer que eu, ao ver a natureza retrada nestas fotos.